Francisco Lucio de Albuquerque, Advogado

Francisco Lucio de Albuquerque

(2)Rio de Janeiro (RJ)

Sobre mim

Advogado e Consultor Jurídico
Formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro em 1990, especialista em Direito Civil, Familia, Contratos em geral e Tributário (IPTU). Pós-graduado em Direito Empresarial pela UCAM, pós-graduando em Petróleo e Gás pela FGV, professor de Direito Regulatório de Telecomunicações e Direito Administrativo para concursos da Anatel.

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Pedro do Carmo Diniz, Professor de História no Ensino Médio
Pedro do Carmo Diniz
Comentário · há 4 anos
"Infelizmente virou rotina a irresponsabilidade civil e o desalinhamento de supostos operadores do direito inscritos na OAB, não levando a sério o Estatuto dos Advogados do Brasil. Estão brincando de advogado com seus clientes. Não se sabe ao certo se é realmente em decorrência da péssima formação acadêmica. É preciso mudar, rever o exame da OAB, e avaliar melhor os recém formados em direito e os ativos. As reclamações são tantas por desídia, falta de atenção, de zelo, desleixo, incúria, negligência, etc. Como se tudo isso não bastasse, clamam por serem cultuados, venerados pelo título de" doutores ", um erro histórico cometido pelo sistema e principalmente pelas universidades ou centros acadêmicos que agem como âncoras em manter um ciclo vicioso de vaidade, uma espécie de valorização que se atribui à própria aparência, como detentor do saber, ou quaisquer outras qualidades físicas ou intelectuais, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros. Para ser" doutor "ou merecer o título é preciso estudar mais um pouquinho, começando a cursar uma pós-graduação, defender uma tese para ser mestre, ou se quiser se aprofundar mais, chegar ao topo em pós-doutorado. É evidente que não são todos que querem viver apenas de títulos sem querer trabalhar honestamente não se omitindo com a sua responsabilidade civil. Estudar é de ofício do operador em direito, de todos nós, continuar seus estudos acadêmicos ao longo de suas carreiras. Em outras palavras é um vício querer ser o que não é, uma fraude, uma fake news que circula desde os tempos do BRASIL COLONIAL por pessoas ou grupos que se consideram fazer parte de uma elite presunçosa (aquele que se supõe melhor, mais bonito, superior, mais inteligente, mais capaz etc., que os demais; presumido, vaidoso, uma aberração associada ao atraso se colocando no controle, domínio e exploração dos mais vulneráveis na obtenção do conhecimento sendo fácil de serem ludibriados por não terem acesso à cultura. Um operador em direito não precisa ser" doutor "necessariamente, basta ser um bom profissional que busca aperfeiçoar sua técnica com amor a profissão no mundo jurídico. É passivo de serem processados por omissão ou desídia processual."
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